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De Autocaravana, tenho vindo a viajar ''cá dentro'' e pela Europa... para lá do Círculo Polar Àrtico - até ao Cabo Norte, onde vivenciei o ''Sol da Meia-Noite''.
Viajei em Autocaravana pelo Norte de Àfrica... (mais de uma vez), muito para lá do Trópico de Cancer... até à Guiné-Bissau.
Fui também por estrada à Àsia - Turquia e Capadócia, sendo que no regresso fiz a Croácia e dei um saltinho a Mostar e Saraevo na Bósnia-Herzegovina.
Sem pretensiosismo literário ou outros, apenas pela PARTILHA, dessas e outras viagens vou dando conta neste espaço.

Países visitados em Autocaravana: - EUROPA: ESPANHA – ANDORRA -FRANÇA-ITÁLIA-MÓNACO- REINO UNIDO - IRLANDA -HUNGRIA-REP.CHECA-SUÉCIA-ESLOVÉNIA - ESLOVÁQUIA- POLÓNIA-AUSTRIA-SUIÇA-ALEMANHA-BÉLGICA-HOLANDA-DINAMARCA-NORUEGA-FINLÂNDIA-ESTÓNIA-LETÓNIA-LITUÂNIA-BULGARIA - BÓSNIA HERZGOVINA- ROMÉNIA -GRÉCIA – CROÁCIA – LIENCHSTEIN – LUXEMBURGO – S.MARINO - VATICANO ÀSIA : -TURQUIA-CAPADÓCIA ÀFRICA: GUINÉ-BISSAU – CASAMANÇA – GÂMBIA – SENEGAL – MAURITÂNIA – SAHARA - MARROCOS

Outras viagens:RÚSSIA (Moscovo e S. Petesburgo) -AMÉRICA do NORTE:CANADÁ (Quebec-Ontário-Montreal-Otawa-Niagara falls) - EUA(Boston-Nova Iorque-Cap Kenedy-Orlando - Miami)AMÉRICA CENTRAL:CUBA (Havana - S. Tiago de Cuba - Trinidad - Cienfuegos - Varadero)- ÀSIA :CHINA (Macau-Hong Kong) - VIETNAM(Hanói-Danang-Ho Chi Min) -

domingo, julho 05, 2015

Tour de France... e não só... Parte II

Dia 2 de viagem – 3julho2015 – 6ª. feira
PALENCIA – Burgos – BRIVIESCA – LOS BARIOS DE BUREBA – POZA DE LA SAL
No início do dia que se previa quente, enquanto eu teclava no portátil, o Eduardo encaminhou-se para o centro histórico para a primeira visita da cidade.













O almoço seria partilhado a dois sob o toldo dos hotéis rolantes.
Após o repasto sob uma tarde quente mas algo ventosa, prosseguimos viagem até Burgos, e logo após fizemos pequeno desvio para a sede de concelho de Bureba a cidade de Briviesca.
Dadas as dificuldades de obtenção de Wifi... as fotos surgirão logo que possível... 
Estacionamos na área de serviço para autocaravanas, ao lado da praça de touros e do complexo desportivo e de piscinas e visitamos o centro histórico da pequena terra recheado de património histórico.
Começamos a caminhada, pela pequena mas bela ‘Plaza Mayor’ em cujo centro está implantado o ‘coreto’ sob o qual jorram três pontos de água.
Visitamos a Igreja de Santa Maria, que milagrosamente tinha as portas ‘abertas’ mas interditas a visitas pois está em restauro. Um dos técnicos de restauro, fez de conta que não nos viu entrar e apreciamos a riqueza do seu interior.
Ficará para uma próxima passagem, a visita ao conjunto monumental de Sta Clara, cujo acesso é facultado na ‘Oficina de Turismo’, sendo que nesta igreja o retábulo é de uma riqueza incomensurável sua bela talha .
Uma pequena paragem na pequena localidade de Los Barrios de Bureba onde aguardamos uma meia hora para visitar o interior do templo dedicado a S. Pedro, que figura no retábulo da igreja do séc. XV.
No compasso de espera, um idoso que à porta de sua casa ansiava que o questionássemos, nos reafirmou que a igreja abriria para a missa da tarde.
Aproveitou para nos dizer que nos gostaria de mostrar algo interessante.
Convidados para entrar, vimos que o Sr. Mostrava um ar muito feliz ao ver que apreciamos a sua arte ao fazer nascer uma moldura em talha para colocar a sua fotografia das bodas de ouro do seu casamento.
Ao sair da localidade, a uns quinhentos metros, surge uma pequena ermida românica fechada no último quarto do séc. XIV, sob  a advocacia de S. Fagún que não é visitável no seu interior despido.
A viagem terminaria em Poza de la Sal onde pensamos visitar as salinas.
Percorridos:
 Dia 3 de viagem – 4julho2015 – sábado
POZA DE LA SAL – OÑA – Cascatas de Tobera – FRIAS
Manhã cedinho, saltei da cama. Era suposto comparecer na ‘Oficina de Turismo’ para fazer a visita às salinas. Pensando melhor, a informação colhida de véspera levou-nos ao engano. Acontece que o nome da localidade, Poza de la Sal nos fez pensar que seria o mesmo que Salinas de Añana, mas… não é a mesma coisa… as ‘outras’ distam daqui 60 kms…
Então o que aconteceu? Muito simples, as gentes da terra, e os agentes de turismo, canalizam os turistas para as ‘suas’ salinas.
Mesmo assim, decidimos enveredar pelo duplo conhecimento, e aceitar a proposta da visita.
Foi-nos proposto visitar no edifício do turismo uma exposição ( € 1,00) sobre o conhecido natural da terra, licenciado em Medicina mas que enveredou pela profissão de comentarista da natureza nas rádios e Tv’s do país vizinho de seu nome Félix Rodriguez de la Fuente, que faleceu nos princípios dos anos 80 numa expedição de TV no Alaska num acidente de helicóptero.
Ali aceitamos também a visita ao Centro de Intrepretação das Salinas ( € 2,50).
À hora aprazada eu, o Eduardo e um jovem casal do País Vasco, fomos acompanhados pela competente guia ao Centro de Intrepretação.
Aí fomos elucidados sobre a importância da origem das salinas de Poza de La Sal e questionados por nós sobre as diferenças entre estas e as de Añana entendemos que mesmo se aqui a recuperação foi modesta, a sua importância, contudo, é notória em relação às outras.
Essa explicação pode ser consultada na net, onde existem fontes que esclarecem a questão.
Interessante toda a lição de história que nos foi transmitida nos 45 minutos da visita.
Logo de seguida, avançamos para o que resta à superfície, de tão importante filão de recursos em tempos idos.
Regressados à nossa unidade hoteleira rolante, tratamos de nos alimentar sob um calor forte.
Conforme a guia nos aconselhou, após o almoço,  a bordo da autocaravana, subimos a sinuosa estrada até ao castelo, de onde se vislumbra toda a região.
O retorno, para nos dirigirmos à nova etape, a localidade de OÑA.
Aí chegados, estacionamos no segundo parque de estacionamento, paredes meias com a antiga estação dos caminhos de ferro desactivada.
Daí saímos a pé ao centro histórico, onde visitamos Oña, que vive na sombra do seu opulento ‘Monasterio’, declarada Conjunto Histórico.
Visitamos primeiro a pequena mas bela Igreja gótica de San Juan.
Por entre uma ‘canha’ no interior de um bar, avançamos para o Mosteiro Beneditino para visitar parte dele, mais propriamente a grandiosidade da igreja Abacial de San Salvador, que nos confirmou o seu esplendor económico e religioso: a sua espectacular Capela Maior, os seus panteões de reis, condes e infantas  de Castilla e Navarra, sua sacristia e o seu esbelto claustro gótico.
Avançando por uma estrada local, já com vegetação verdejante, encontramos a uns 3 km de Frias, em Tobera, o conjunto da Ermida e o caminho descendente à margem do rio Molinar, em cujo percurso de quedas e cascatas  várias se banhavam os adolescentes e jovens de Frias.
À chegada a FRIAS, fomos acolhidos numa vasta área de serviço para autocaravanas sob o manto protector do conjunto muralhado de rara beleza.
Aproveitamos para numa caminhada de 1,5 km visitar e calcorrear a Ponte Medieval sobre o Rio Ebro cujo torreão ainda resiste.
Esta AS é paga... mas... não reparamos no aviso... pagaremos no Céu!
Percorridos: 648 Km ( Dia 38 Km )
AS Gps : N 42º 45’ 36.0’’  W 003º 17’ 45.6’’
Dia 4 de viagem – 5julho2015 – domigo
FRIAS – Salinas de Añana – VITÓRIA
Pela manhã, encetamos a subida junto ao casario medieval. No castelo, tivemos de aguardar a chegada dos funcionários pois a abertura apenas ocorreria às 11h da manhã.
As vistas do alto do torreão, são espectaculares. Os arruados repletos de bares começam a labuta matinal com as arrumações das esplanadas.
Próximo do Castelo, ao escutarmos o badalar estridente de quatro sinos de médio porte, levaram-nos ao interior do templo, onde um adolescente com os seus 15 anos de idade, teclava no órgão, qual concerto improvisado, e os seus colegas escutavam atentamente, e aplaudiam no final.
Na ida ao posto de turismo, lá no alto, junto ao castelo, ao pagarmos o ingresso ( € 1,50), ao dizermos que viajávamos em autocaravana, a simpática funcionária lembrou que deveríamos pagar a pernoita ( € 6,00), perante o nosso espanto, encolheu-se e respondeu que os funcionários do ‘Alcaide’ era quem fiscalizava… como iríamos sair e não víamos motivo para o pagamento (um parque térreo) pois havia um bom parque alcatroado próximo gratuito, saímos, e só então reparamos no placard com o edital camarário…
Saímos em direcção das Salinas de Añana, já no País Basco. Aí, sendo domingo, a pequena aldeia tinha o estacionamento esgotado, sobretudo junto à piscina. Procuramos a última alternativa de estacionamento e foi lá que preparamos o almoço, paredes meias com um Convento da Ordem de Malta.
Descemos ao povoado e adquirimos o ingresso para as salinas, onde fizemos o percurso acompanhados de uma guia ( € 7,00).
Visita interessante, terminada com um ‘molha pés e mãos’ de água salgada que seria uma espécie de mini-spa…
Ao regressarmos à autocaravana, o Eduardo tocou à campainha do Convento, sendo mandados dirigir para a sala de espera gradeada, onde surgiu a idosa ‘Madre’ que nos recebeu do lado de lá das grades. A meio da conversa surge entretanto uma outra igualmente idosa mas que quando abria a boca, a ‘outra’ ia travando já que seria a ‘Madre Superiora’…
À despedida, ofereceu-nos um pequeno sírio perfumado.
Abalamos, já no final da tarde em direcção a Vitória, onde a AS para AC se encontrava repleta.
À noite, ainda visitamos uma Feira de Artesanato Internacional.  

Percorridos: 720 Km ( Dia 72 Km )

quinta-feira, julho 02, 2015

Tour de France... e não só - Parte I

Já lá vão os tempos das grandes viagens em autocaravana.
Entrei na fase repetitiva de curtas viagens, tentando visitar calmamente pequenos sítios e lugares, sobretudo os que ainda não conheço.
Quando há poucos dias estava no sul do País (no Algarve), reencontrei Amigo autocaravanista de Carcavelos - o Eduardo Costa - com quem partilharei esta curta incursão no norte de Espanha e nos Pirinéus Franceses.
Juntaremos o gosto por viajar, com a paixão pelo ciclismo, assistindo ao vivo, a0 espetacular ''Tour de France''.
Dia 1 de viagem - 2junho2015 - 5ª. feira
de BRAGA a PALÊNCIA ( ESP )
De véspera visitei o elemento da parceria desta viagem que pernoitou em Braga vindo de Lisboa.
Logo pela manhã, iniciamos a viagem com a passagem numa estação de serviço, para abastecermos o gasóleo e gas (o Eduardo abasteceu de Gpl a sua botija 'xpto'
O Eduardo e o seu Gpl...
e avançamos para a estrada bela e sinuosa de entre Braga e Chaves.

Bye Bye Gerês...
Boticas como 'pano de fundo'...
Umas duas horas de viagem com paragem em Chaves para almoço.
Atravessada a fronteira com Espanha, com o dia coberto por algumas nuvens altas, permitiu-nos efectuar a fastidiosa caminhada com algum vento fresco que nos evitou o ar condicionado e tornou o percurso agradável.
entrada em Espanha
Por entre enormes planaltos que nesta altura do ano se apresentam vestidos de verde, verde/amarelo, cor palha e ocre, efetuamos duas paragens para descomprimir, desta vez em duas pequenas localidades carregadas de história.
Villanueva del Campo 
séc XIV



Villanueva del Campo
A primeira delas, logo a seguir a Benavente, de seu nome Villanueva del Campo e a segunda, mais recheada de monumentos e casario dignos de se visitar chamada Villalón de Campos, já na região de Valladolid desta vez, conseguimos pelas sete da tarde, encontrar aberta a 'Oficina de Turismo, onde colhi informação vária, que será uma ferramenta valiosa para nova visita numa futura viagem, onde ajustaremos os horários de visita guiada aos pontos de interesse, fruindo assim de uma mais recheada visita.




Parceria de viagem - 1 Bracarense, o outro Seixalense + 2 autocaravanas... 
O seu pelourinho majestoso, com a sua pedra talhada por mãos de artistas de antanho, alegrou-nos de novo o olhar. Só pelo pelourinho, já vale a pena a visita a uma pequena terra encravada numa rota de camiões TIR.
Prosseguimos para o local de pernoita, previamente escolhido em Palência.
E se você decidir visitar Palencia? Genial! A cidade tem muito que oferecer a todos os seus visitantes. As melhores coisas  para ver em Palencia, como na maioria das cidades castelhanas, é o seu grande património histórico, artístico e cultural.
Este património atesta a importância que teve no passado esta cidade castelhana. Se há um lugar para começar a conhecer Palência é  a Praça Maior e a Prefeitura, primeira parada da digressão.
Calle Mayor Palência
Seguindo a rota ao longo da Calle Mayor, a principal rua da cidade é o centro de atividade comercial, administrativa e cultural de Palencia. Nesta rua e seus arredores estão os edifícios públicos de maior interesse. Ver A Catedral de San Antolín  é algo a fazer em Palencia, para saber mais de sua história e legado. É o principal monumento da cidade , construída em estilo gótico.
Também entre os lugares turísticos de Palência estão a Igreja de San Miguel, a Igreja San Francisco e o Convento de San Pablo e a estátua do Cristo de Otero, obra do escultor Victorio Macho, cujos pés estão enterrados. Erguido em 1931 numa das colinas que circundam a cidade, é uma escultura de 30 metros de altura.
O Eduardo deixou a 'canha' aquecer!...
Também são atrações de Palência as suas muitas galerias  ademais dos museus como o  Arqueológico Provincial, o de Arte Contemporânea e o Museu da Catedral, entre outros.
Depois de um longo dia de passeios turísticos nada melhor que conhecer os seus bares e restaurantes, lugares para desfrutar da gastronomia em terras castelhanas. A  cozinha em Palencia  é muito castiça e caseira, cordeiro assado, sopa de alho ou sopas castelhanas são os pratos mais típicos. Você  não deve deixar de experimentar alguns destes pratos.
Percorridos: 431 km
Dia 2 de viagem - 3junho2015 - 6ª. feira
de PALÊNCIA ( ESP ) a 

quinta-feira, junho 25, 2015

do Minho ao Algarve V

Dia 11 de viagem - 16junho15 - 3ª feira
Marina de Portimão - ALVOR
O bom filho a casa volta... razão pela qual voltei de novo à terra que me cativa por razões várias - ALVOR.
Reconhecida como Sítio de Importância Comunitária, a Ria de Alvor é uma zona bafejada pela beleza, privilegiada para a pesca e para a criação de moluscos, num local ainda não descaracterizado pelo desenvolvimento turístico.
A área protegida da Ria do Alvor situa-se entre Alvor, Mexilhoeira Grande, Figueira e Odiáxere e tem cerca de 1400 hectares.
A paisagem da Ria é constituída por dunas cinzentas, praias e estuários, terrenos agrícolas, lodaçais e areias a descoberto na maré baixa, cursos de água permanentes, mato semi-natural, pinhal e sapais salgados, onde espécies e habitats de interesse comunitário encontram o seu abrigo. Encontram-se igualmente pinheiros mansos, amendoais, alfarrobeiras e vinhas.
A magia da Ria do Alvor chega ao final do dia, com uma luz mágica, de vermelho, prata e lilás, que hipnotiza quem a contempla.








A zona lagunar encontra-se separada e protegida do mar por duas línguas de areia, a Praia de Alvor a nascente e a Meia-Praia a poente, rodeando dois promontórios, a Quinta da Rocha e a Abicada.

 Nos campos agrícolas, durante a migração outonal é possível observar o movimento de centenas de passeriformes que procuram áreas de repouso e alimentação durante esta epopeia que é a migração.

 Chegados ao parque de estacionamento, a zona húmida – laguna e sapais – pode ser explorada a pé seguindo o dique que rodeia uma área de sapal. Nesta área de sapal pode-se observar flamingo, garça- real, garça-branca-pequena, maçarico-de-bico-direito, borrelho-de-coleira-interrompida, borrelho-grande-de- coleira, pernilongo, cotovia-de-poupa e muitas outras aves.
Dia 12 de viagem - 17junho15 - 4ª feira
ALVOR
A bicicleta nestes dias de praia tem de mostrar a sua utilidade.
Voltei a percorrer o percurso próximo do mar, até à Marina de Portimão.
O bom tempo começou a trazer mais pessoas para as praias mesmo se a criançada nem toda tem férias.
Na Praia da Rocha a imensidão do areal continuará sem gente
O _P_ de autocaravanas contígua à Marina
Parque de Autocaravanas da Marina de Portimão com três dezenas de AC

Praia do Vau - sempre apetecível
Praia do Vau
No regresso ao meu loteamento do Alvor, o pequeno grelhador vai fazendo das suas.
As sardinhas do Mercado a € 5,00/kg deliciam os dias quentes, acompanhadas de uma boa salada e de uma botijinha de branco Alentejano fresco.
Dia 13 de viagem - 18junho15 - 5ª feira
ALVOR
Ria de Alvor
 Aos costumes, disse nada...
Não é janela, mas 'finge ser'...
Foto recebida por email, remetida pelo Amigo de Carcavelos Eduardo que na semana passada se reencontrou connosco aqui no Alvor. O 'ponta esquerda', é 'le gardien' Carlos Caracol (é mesmo o seu apelido... Algarvio de gêma...
Dia 14 de viagem - 19junho15 - 6ª feira
ALVOR - FERRAGUDO - S. BARTOLOMEU DE MESSINES - GRANDOLA - ALCÁCER DO SAL
salinas
Iniciamos o regresso após o almoço.
Demos ainda uma olhada à zona do Ferragudo e continuamos em direção ao norte, numa tarde quente.
salinas à saída da ponte de Portimão

A primeira paragem, ocorreu à chegada a Silves.
Silves
No parque das piscinas os lugares são muitos, mas as AC nem tanto
AS de Silves (piscinas) - abriu, ou não?
A ideia com que se fica é que abriu, mas... se não fechou... virá a fechar?
de novo no Camping de Alcácer do Sal
Com o Alentejo quase atravessado, o calor abunda ainda.
Decidido acorrer ao conforto do Camping de Alcácer.
Percorridos; 980 Km ( Dia 222 Km )
Dia 15 de viagem - 20junho15 - sábado
ALCÁCER DO SAL - CARREGADO - BATALHA
já na Batalha
A manhã no Camping de Alcácer, serviu para limpesas e lavagens de cortinados, tapetes etc...
Com o vento e secura do tempo, depressa as coisas se compuseram de modo a que após o almoço mais uma tarde quente se nos deparava.
Uma paragem no Carregado para a co-piloto fazer umas compritas no 'Campera' e de novo um percurso de caloraça até final da tarde.
Felizmente que ao tombar do sol, com as 'escotilhas' abertas, uma fresca reconfortante foi chegando.
Mais uma noite calma e sossegada.
Percorridos: 1.163 km ( dia 183 Km )
Dia 16 de viagem - 21junho15 - domingo
BATALHA - FIGUEIRA DA FOZ - CAIS DO BICO (Murtosa) - BRAGA
Figueira da Foz
Apontamos o Gps para o litoral, percorrendo aldeia atrás de aldeia até à zona de Pedrogão.
Figueira da Foz
de novo no Cais do Bico para almoço
Ao passar à ilharga da Murtosa, decidimos parar para almoço num dos locais que mais gostamos de todos por onde vamos passando: O Cais do Bico.
O céu semi-encoberto ajudou ao conforto mesmo se os ares da ria nos faziam sentir bem.
As gentes após o farnel, gozavam a 'sesta' à sombra das pequenas árvores
a tenda de verão para os ''Sabores da Ria''... estava repleta de gente
mesmo sem mar... alguns faziam praia no areal da ria
E assim demos por bem empregue esta ida ao sul que não foi por mais tempo já que um dos dois... trabalha... e amanhã... é dia de trabalho.
Como no périplo conheci um autocaravanista de Vitória (no País Vasco), recebi algumas dicas de visitas na zona, que me vão desde já alimentando a ideia de as percorrer em breve, a caminho dos Pirinéus, para assistir a um dos espetáculos no Mundo que me cativa: O 'Tour de France'!
Et Voilá.
Percorridos: 1.460 Km ( dia 297 km )